segunda-feira, 12 de abril de 2010

Keyboard que NADA !

Do deslizar dos dedos ao longo, envolvo em minha mão como se em uma abraço quente e gentil. Ele percorre a superfície em branco, deixando rastros, ele sabe antes mesmo de mim o que dizer. E eu uma mera e simplória ajudante, observo aquele que poderia ser um diamante, único e valioso sujeito a não mais que umas dezenas e centavos. Porém com papel sublima desenha e se curva a sinuosidade das letras posteriormente palavras e até sentenças completas. E daqui, com minha visão quase plana e periférica, observo as peripécias que ele faz e me deleito diante das histórias cheias de detalhes. Detalhes esses que eu mesma desconhecia.

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