domingo, 17 de julho de 2011

83mm

Acendo um cigarro.

É o tempo que preciso. Sinceramente, qual a necessidade de sinceridade? Poupe-me. Não preciso. Geralmente antecede a dor. Porta voz do egoísmo. Fria. Bandeira dos hipócritas. Passivos de erros, inúmeros, mentimos/omitimos pra proteger, pra apaziguar, pra fazer feliz. De mentiras bobas como: “Seu cabelo está lindo” até “Sempre foi sincero com você”. E acreditamos nisso. Não é julgamento de terceiros, e sim uma auto avaliação: “Quantas vezes você mentiu hoje?” Não diga. Não quero que minta de novamente. “MENTIRAS SINCERAS ME INTERESSAM”. Mas, pra tudo tem um limite. Acabou.

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