quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ai!

É assim: entro sem pedir, saiu sem me despedir. Sem nenhuma educação e pouca, pouquíssima, consideração. Canso-me, saturo de expectativas, de cordialidades, gratidões. Não lhe tenho nenhuma. Sem poesias ou floreios. Você me irrita. Ai! Como você me irritou. E pra que? Queria demonstra seu desapego, pouco caso, incomodo e insatisfação? Pois bem. Então agora observe a minha. Eu não vou. Se for isso que esperava de mim, esqueça. Não é de minha natureza áspera e rude. Eu não quero, mas mesmo que quisesse não poderia. Estou cheia de despeito e raiva agora. E amanhã quando já tiver passado o orgulho reinará. Sinto-me contrariada, porque isso, de fato, era bobagem. Era, já não é mais. Aí nem sei dizer quando estou fudida de raiva com você.

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